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	<title>Software &#8211; Soluções WEB</title>
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	<title>Software &#8211; Soluções WEB</title>
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	<item>
		<title>Publicação de Rolf Rostock em 18/02/2026 11:39</title>
		<link>https://digital.curitiba.br/publicacao-de-rolf-rostock-em-18-02-2026-1139/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rolf Rostock]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:39:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inovação e Infraestrutura Acessível para Pequenos Negócios</title>
		<link>https://digital.curitiba.br/inovacao-e-infraestrutura-acessivel-para-pequenos-negocios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rolf Rostock]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 11:06:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#Projetos]]></category>
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					<description><![CDATA[ROLF HEINZ ROSTOCK RA: 24200059 Indústria, Inovação e Infraestrutura: O Papel das Soluções Open Source na Transformação Digital de Pequenos Negócios Curitiba &#8211; PR 2025 1. INTRODUÇÃO A transformação digital consolidou-se como vetor de competitividade e resiliência econômica. Para micro e pequenos empresários, entretanto, persistem obstáculos que incluem custos de licenciamento, risco de dependência tecnológica, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://digital.curitiba.br/wp-content/uploads/2025/09/Untitled-diagram-_-Mermaid-Chart-2025-09-24-202937.svg" alt="" class="wp-image-12825" /></figure>





<!-- CAPA (Página 1) -->
<div style="min-height:100vh;flex-direction:column">

  <div class="text-center" style="margin-top:9.44882rem">
    <div style="font-weight:bold">ROLF HEINZ ROSTOCK</div>
    <div>RA: 24200059</div>
  </div>

  <div class="text-center" style="margin-top:7.08661rem">
    <div style="font-weight:bold;max-width:37.79528rem;margin:0 auto">
      Indústria, Inovação e Infraestrutura: O Papel das Soluções Open Source na<br>
      Transformação Digital de Pequenos Negócios
    </div>
  </div>
  <div class="text-center" style="margin-top:4.72441rem;margin-bottom:4.72441rem">
    <div>Curitiba &#8211; PR</div>
    <div>2025</div>
  </div>
</div>

<div></div>


<div id="introducao">
  <div class="text-center" style="margin:18pt 0 12pt 0">
    <span style="font-weight:bold">1. INTRODUÇÃO</span>
  </div>

  <div style="max-width:85%;margin:0 auto">
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
A transformação digital consolidou-se como vetor de competitividade e resiliência econômica. Para micro e pequenos empresários, entretanto, persistem obstáculos que incluem custos de licenciamento, risco de dependência tecnológica, carência de equipes analíticas e restrições de tempo para interpretar dados. No marco do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 9 (ODS 9), que incentiva infraestrutura resiliente, industrialização inclusiva e inovação, soluções digitais abertas constituem um caminho pragmático para elevar produtividade e qualidade decisória (ONU, 2025).
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
O presente trabalho discute uma abordagem baseada em software livre utilizando WordPress (WP) e WooCommerce para presença e vendas, Mautic para automação de marketing e dados de engajamento, integrações com redes sociais, além de uma camada de orquestração e repositório analítico desenvolvida em Laravel. O arranjo proposto centraliza dados em um Data Warehouse, viabiliza processos de Reporting, Analytics e Data Mining, e entrega painéis de controle que reduzem a fricção entre coleta de dados e ação gerencial. A opção por tecnologias open source dialoga com recomendações internacionais que apontam a digitalização de PMEs como pilar de competitividade e diversificação produtiva (OECD, 2025; UNCTAD, 2025), em coerência com tendências do mercado de trabalho que requerem competências analíticas e capacidade de adaptação (WEF, 2025)
    </div>
    <div style="margin-bottom:6pt;text-align:justify">O artigo contribui ao apresentar:</div>
    <div style="margin:6pt 0 12pt 0">
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">a) Enquadramento do ODS 9 aplicado à realidade de pequenos negócios;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">b) Arquitetura técnico-organizacional open source com ênfase em governança e baixo custo total de propriedade;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">c) Conjunto de indicadores e procedimentos operacionais que auxiliam gestores com pouco tempo disponível a transformar dados dispersos em decisões oportunas (SDSN, 2025; Kahveci et al., 2025).</div>
    </div>
  </div>
</div>
<div></div>


<div id="desenvolvimento">
  <div class="text-center" style="margin:18pt 0 12pt 0">
    <span style="font-weight:bold">2. DESENVOLVIMENTO</span>
  </div>
  <div style="max-width:85%;margin:0 auto">
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
2.1 Marco conceitual do ODS 9. O ODS 9 aborda infraestrutura, industrialização e inovação, ressaltando a necessidade de ampliar o acesso a TICs, incentivar pesquisa e desenvolvimento, e fortalecer capacidades tecnológicas locais. Para PMEs, tais diretrizes convertem-se em práticas como adoção de padrões abertos, interoperabilidade e investimentos graduais em ativos digitais que ampliem eficiência e reduzam barreiras de entrada (ONU, 2025; SDSN, 2025).
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
2.2. Racional do open source. A literatura indica que a abertura de código favorece a inovação incremental, a soberania tecnológica e a adaptabilidade a contextos locais. Do ponto de vista econômico, a redução de licenças e a ampla oferta de componentes reutilizáveis diminuem o custo total de propriedade e amortizam riscos de dependência de fornecedores. Em PMEs, isso se traduz em maior controle sobre o ciclo de vida das soluções e possibilidade de customizações orientadas ao negócio (OECD, 2025; Kahveci et al., 2025).
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
2.3. Arquitetura técnica proposta. A solução integra fontes transacionais e de engajamento como WP/WooCommerce, Mautic e APIs de redes sociais em um pipeline de ingestão orquestrado por Laravel (agendador, filas e jobs idempotentes). Os dados são depositados em camadas: bronze (cru), silver (padronizado) e gold (analítico). As transformações podem ser gerenciadas por ferramentas de modelagem de dados em SQL com testes e documentação. A camada de visualização utiliza BI open source para entregar KPIs e painéis temáticos. O desenho contempla governança (catálogo de dados e linhagem), qualidade (validações, regras de duplicação) e segurança (controle de acesso, segregação por domínio e registro de auditoria).
    </div>

    <div style="margin-bottom:6pt;text-align:justify">2.4. Indicadores e dashboards. Para reduzir o tempo de análise, recomenda-se um conjunto mínimo de indicadores:</div>
    <div style="margin:6pt 0 12pt 0">
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">a) Funil de aquisição e conversão (site→lead→MQL→venda);</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">b) LTV, CAC e payback;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">c) ROAS/ROMI por campanha e canal;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">d) Corte de retenção e recompra;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">e) NPS/CSAT em pontos de contato;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">f) Métricas operacionais de estoque e prazos.</div>
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
Os painéis devem oferecer visões executivas (diárias/semanais) e analíticas (mensais/trimestrais), com alertas para desvios relevantes. Tal desenho alinha práticas de gestão baseada em evidências a recomendações de organismos multilaterais sobre digitalização de PMEs e produtividade (OECD, 2025; UNCTAD, 2025).
    </div>

    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
2.5. Capacidades e trabalho. A adoção de ferramentas analíticas exige atualização de competências, como alfabetização em dados e interpretação de métricas. Referenciais internacionais apontam que a digitalização reconfigura ocupações, elevando a demanda por habilidades técnicas e socioemocionais. Um desenho tecnológico que privilegia interfaces simples e automação de relatórios mitiga a sobrecarga gerencial e sustenta a transição para rotinas mais analíticas (WEF, 2025; SDSN, 2025).
    </div>

    <div style="margin-bottom:6pt;text-align:justify">2.6. Riscos e mitigadores. Entre os riscos estão mudanças em políticas de APIs, limites de requisições, quebras de compatibilidade, vieses de dados, questões de privacidade e segurança. Estratégias de mitigação incluem:</div>
    <div style="margin:6pt 0 12pt 0">
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">a) Camadas de abstração para conectores;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">b) Logs estruturados e observabilidade;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">c) Políticas de minimização de dados e anonimização quando couber;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">d) Testes automatizados de qualidade;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">e) Capacitação contínua;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">f) Governança clara sobre papéis e responsabilidades.</div>
    </div>

    <div style="margin-bottom:6pt;text-align:justify">2.7. Plano de implementação incremental. Propõe-se as seguintes fases:</div>
    <div style="margin:6pt 0 12pt 0">
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">a) Descoberta e seleção de KPIs;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">b) Padronização silver e primeiras visões de BI;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">c) Camadas gold, indicadores financeiros e de marketing avançados;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">d) Mineração de dados e previsões;</div>
      <div style="text-align:justify;text-indent:-1.4em;padding-left:1.4em;margin-bottom:4pt">e) Revisão de governança, segurança e expansão por novas fontes.</div>
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">O avanço por fases reduz riscos e permite capturar valor desde os primeiros ciclos.</div>
  </div>
</div>
<div></div>


<div id="conclusao">
  <div class="text-center" style="margin:18pt 0 12pt 0">
    <span style="font-weight:bold">3. CONCLUSÃO</span>
  </div>
  <div style="max-width:85%;margin:0 auto">
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
A digitalização de PMEs em alinhamento ao ODS 9 demanda soluções acessíveis, interoperáveis e adaptáveis. O emprego de uma arquitetura open source articulando WP/WooCommerce, Mautic, integrações sociais e orquestração em Laravel com Data Warehouse oferece um caminho consistente para elevar produtividade, reduzir custos recorrentes e sustentar decisões baseadas em evidências. Ao combinar governança de dados, métricas claras e automação de relatórios, a proposta atende à realidade de gestores com pouco tempo disponível, promovendo inovação contínua e fortalecendo a infraestrutura digital local (ONU, 2025; OECD, 2025; UNCTAD, 2025).
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
As contribuições práticas incluem um roteiro de implementação incremental, um conjunto de indicadores prioritários e recomendações de mitigação de riscos operacionais. Do ponto de vista acadêmico, o estudo relaciona a adoção de software livre a resultados de eficiência e aprendizagem organizacional em PMEs, articulando tecnologia e política pública no horizonte do ODS 9. Trabalhos futuros podem aprofundar análises quantitativas de impacto, estudos de caso setoriais e a integração de técnicas preditivas para planejamento de demanda, preços e orçamento.
    </div>
  </div>
</div>
<div></div>


<div id="referencias">
  <div class="text-center" style="margin:18pt 0 12pt 0">
    <span style="font-weight:bold">REFERÊNCIAS</span>
  </div>
  <div style="max-width:85%;margin:0 auto">
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
1. ONU. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: ODS 9 – Indústria, Inovação e Infraestrutura. Disponível em: https://sdgs.un.org/goals/goal9. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
2. United Nations. The Sustainable Development Goals Report 2025. Nova Iorque: United Nations, 2025. Disponível em: https://unstats.un.org/sdgs/report/2025/. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
3. Sachs, J.D.; Lafortune, G.; Fuller, G.; Iablonovski, G. Sustainable Development Report 2025: Financing Sustainable Development to 2030 and Mid-Century. Paris: SDSN; Dublin: Dublin University Press, 2025. Disponível em: https://s3.amazonaws.com/sustainabledevelopment.report/2025/sustainabledevelopment-report-2025.pdf. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
4. World Economic Forum. The Future of Jobs Report 2025. Genebra: World Economic Forum, 2025. Disponível em: https://www.weforum.org/publications/the-future-of-jobsreport-2025/. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
5. UNCTAD. World Investment Report 2025: International Investment in the Digital Economy. Genebra: United Nations, 2025. Disponível em: https://unctad.org/publication/world-investment-report-2025. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
6. OECD. SME Digitalisation for Competitiveness. Paris: OECD Publishing, 2025. Disponível em: https://www.oecd.org/en/publications/sme-digitalisation-forcompetitiveness_197e3077-en.html. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
    <div style="margin-bottom:12pt;text-align:justify">
7. Kahveci, E.; et al. Open Innovation at the Digital Frontier: Unraveling the Paradoxes and Roadmaps for SMEs&#8217; Successful Digital Transformation. European Journal of Innovation Management, v. 27, n. 9, p. 223–247, 2025. Disponível em: https://www.emerald.com/insight/content/doi/10.1108/EJIM-04-2023-0343/full/html. Acesso em: 24 set. 2025.
    </div>
  </div>
</div>





<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Codificação Assistida por IA</title>
		<link>https://digital.curitiba.br/codificacao-assistida-por-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rolf Rostock]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Sep 2025 12:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#gpt]]></category>
		<category><![CDATA[#News]]></category>
		<category><![CDATA[#PHP]]></category>
		<category><![CDATA[#VisualStudioCode]]></category>
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					<description><![CDATA[Sugestão de alteração]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sugestão de alteração</p>
<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://digital.curitiba.br/wp-content/uploads/2025/09/20250903_091708.mp4"></video></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>GitHub Spark: Desenvolvendo aplicativos com IA</title>
		<link>https://digital.curitiba.br/github-spark-desenvolvendo-aplicativos-com-ia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rolf Rostock]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Nov 2024 10:53:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#GitHub]]></category>
		<category><![CDATA[#News]]></category>
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					<description><![CDATA[GitHub Spark nos transforma em desenvolvedores? Um prompt, algumas instruções para aprimoramento e, no final, um aplicativo pronto para uso? É exatamente isso que o GitHub Spark se propõe a viabilizar. Quais são as capacidades e limitações desta nova ferramenta de IA, desenvolvida pela subsidiária da Microsoft? Com o GitHub Spark, é possível criar aplicativos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>GitHub Spark nos transforma em desenvolvedores?</strong></p>
<p>Um prompt, algumas instruções para aprimoramento e, no final, um aplicativo pronto para uso? É exatamente isso que o GitHub Spark se propõe a viabilizar. Quais são as capacidades e limitações desta nova ferramenta de IA, desenvolvida pela subsidiária da Microsoft?</p>
<p>Com o GitHub Spark, é possível criar aplicativos diretamente no smartphone, utilizando inteligência artificial.</p>
<p>Há três anos, o GitHub lançou o Copilot, uma ferramenta que assiste desenvolvedores na programação por meio de IA. Desde então, o Copilot vem sendo continuamente aprimorado, e a edição deste ano da conferência de desenvolvedores GitHub Universe traz novas inovações.</p>
<p>No futuro, o Copilot não estará limitado aos modelos de IA da OpenAI, permitindo integração com o modelo Claude 3.5 Sonnet da Anthropic e o Gemini 1.5 Pro do Google. Entretanto, o GitHub explora a IA além do Copilot, alcançando até mesmo aqueles que possuem pouco ou nenhum conhecimento em programação.</p>
<p><strong>Com o GitHub Spark, pequenos aplicativos podem ser criados utilizando prompts de IA.</strong></p>
<p>“A barreira de entrada para o desenvolvimento de software tem sido, por muito tempo, praticamente intransponível para a maioria da população mundial”, afirma o CEO do GitHub, Thomas Dohmke. Segundo ele, o GitHub Spark promete mudar essa realidade.</p>
<p>Com o Spark, o usuário pode criar microaplicativos, como são denominados pelo GitHub, utilizando comandos de texto simples. O processo é projetado para ser extremamente intuitivo: o usuário descreve as funcionalidades desejadas e o Spark implementa. O aplicativo pode ser testado imediatamente, e ajustes são feitos por meio de novos prompts, se necessário.</p>
<p>Esses microaplicativos rodam diretamente no Spark, sem necessidade de compilação ou gestão de bancos de dados. Para usuários com conhecimentos de programação, ajustes manuais no código gerado são permitidos, mas não exigidos.</p>
<p>O Spark permite também a personalização manual da aparência dos controles, além de oferecer a possibilidade de integrar prompts interativos ao aplicativo, de forma que os usuários possam interagir com ele.</p>
<p>Código gerado pode ser visualizado, embora não seja obrigatório (Imagem: GitHub)</p>
<p><strong>Spark: disponível além do desktop</strong></p>
<p>O Spark não se limita ao ambiente desktop, podendo ser utilizado em smartphones ou tablets. Isso possibilita a criação de microaplicativos em qualquer lugar.</p>
<p>Os aplicativos Spark podem ser publicados no GitHub e compartilhados diretamente com amigos ou colegas. No momento da partilha, é possível definir se os destinatários terão permissão para realizar alterações no aplicativo.</p>
<p><strong>Limitações dos microaplicativos</strong></p>
<p>O termo &#8220;microaplicativos&#8221; indica claramente que o Spark não oferece recursos para criação de softwares complexos por meio de prompts de texto. No entanto, a capacidade de desenvolver pequenas ferramentas para uso diário, pessoal ou profissional, sem necessidade de codificação, apresenta grande potencial. Ainda assim, o Spark não deve, no curto prazo, substituir desenvolvedores experientes.</p>
<p> </p>
<p>Fonte:<br />
https://t3n.de/news/github-spark-ki-code-1654400/</p>
<figure class="wp-block-video"><video src="https://digital.curitiba.br/wp-content/uploads/2024/11/20241103_074856.mp4" controls="controls" width="300" height="150"></video></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>Crime cibernético com IA (LLM)</title>
		<link>https://digital.curitiba.br/crime-cibernetico-com-ia-uso-de-modelos-de-linguagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rolf Rostock]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 17:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#gpt]]></category>
		<category><![CDATA[#News]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://digital.curitiba.br/crime-cibernetico-com-ia-uso-de-modelos-de-linguagem/</guid>

					<description><![CDATA[Investigadores dos Estados Unidos realizaram, pela primeira vez, uma análise sistemática do uso de grandes modelos de linguagem (LLMs) por cibercriminosos, demonstrando o quão perigosa a tecnologia generativa pode ser nesse contexto. Embora serviços clandestinos, como o WormGPT, sejam capazes de gerar códigos maliciosos úteis, a maioria das tentativas de phishing criadas por essas ferramentas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Investigadores dos Estados Unidos realizaram, pela primeira vez, uma análise sistemática do uso de grandes modelos de linguagem (LLMs) por cibercriminosos, demonstrando o quão perigosa a tecnologia generativa pode ser nesse contexto.</p>
<p>Embora serviços clandestinos, como o WormGPT, sejam capazes de gerar códigos maliciosos úteis, a maioria das tentativas de phishing criadas por essas ferramentas ainda pode ser identificada por usuários humanos. Os detalhes técnicos dessa pesquisa foram divulgados em um artigo pré-publicado.</p>
<p>A equipe de pesquisadores investigou a ameaça crescente dos chamados &#8220;Aplicativos Maliciosos baseados em LLM&#8221; (Malla), que utilizam modelos de linguagem para atividades maliciosas, como criação de códigos maliciosos, design de e-mails de phishing e programação de sites fraudulentos. A facilidade de uso dessa tecnologia permite que indivíduos com pouco conhecimento técnico executem ataques cibernéticos complexos, elevando, segundo os autores, o &#8220;cenário de ameaças a um nível sem precedentes&#8221;. O estudo visa tanto informar sobre o ecossistema econômico desses serviços quanto auxiliar no desenvolvimento de contramedidas.</p>
<p>Uso de APIs de Modelos de Linguagem</p>
<p>Para oferecer serviços criminosos, os operadores de Malla não criam seus próprios modelos de linguagem. Em vez disso, eles se valem de APIs de modelos de linguagem já existentes, burlando seus mecanismos de segurança por meio de prompts específicos. Além dos modelos da OpenAI e Anthropic, há uma utilização crescente de modelos &#8220;sem censura&#8221; ou de código aberto, como aqueles disponíveis no Hugging Face.</p>
<p>O estudo identificou oito principais modelos de linguagem usados por Malla e 182 prompts que contornam as proteções das APIs públicas. O GPT-3.5-turbo foi o modelo mais frequentemente visado por esses ataques, seguido pelos modelos Davinci-003 e Davinci-002, da OpenAI, que foram descontinuados em janeiro de 2024. Também foram explorados modelos como Claude-instant, Claude-2–100k, e variantes do modelo Llama-2, da Meta, no setor de código aberto.</p>
<p>Essa pesquisa destaca o uso emergente de tecnologias de IA para fins criminosos, sublinhando a necessidade de novas estratégias de segurança para mitigar os riscos apresentados por esses modelos de linguagem avançados.</p>
<p>Fonte:<br />
https://t3n.de/news/cybercrime-ki-sprachmodelle-angreifern-oft-genutzt-1651911/</p>
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		<title>O PHP Vai Morrer em 2024?</title>
		<link>https://digital.curitiba.br/php-vai-morrer-2024-analise-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rolf Rostock]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 14:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#DevOps]]></category>
		<category><![CDATA[#News]]></category>
		<category><![CDATA[#PHP]]></category>
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					<description><![CDATA[Em um cenário cada vez mais dinâmico e repleto de inovações tecnológicas, surge a pergunta crucial: o PHP continuará relevante em 2024? Esta é uma reflexão que pretendo abordar neste artigo, explorando não apenas a trajetória dessa linguagem de programação, mas também compartilhando minha perspectiva sobre seu significado contínuo. Uma jornada pessoal na programação Minha [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário cada vez mais dinâmico e repleto de inovações tecnológicas, surge a pergunta crucial: o PHP continuará relevante em 2024? Esta é uma reflexão que pretendo abordar neste artigo, explorando não apenas a trajetória dessa linguagem de programação, mas também compartilhando minha perspectiva sobre seu significado contínuo.</p>
<p>Uma jornada pessoal na programação</p>
<p>Minha jornada na programação é, sem dúvida, uma narrativa comum. Como muitos, enfrentei os desafios iniciais ao entrar no universo da codificação. A falta de preparo da formação acadêmica para os reais desafios do mercado de trabalho é um tema recorrente. Lembro-me dos dias na faculdade em que as tecnologias da web, essenciais para a programação contemporânea, eram mal abordadas. O máximo que conseguimos explorar foi uma breve introdução ao JSP (Java Server Pages), uma tecnologia legada e complexa.</p>
<p>PHP: uma ferramenta 🪛 necessária e acessível</p>
<p>No entanto, ressalto a importância do PHP em meio a esse cenário desafiador. Enquanto muitas linguagens exigem domínio de frameworks e uma quantidade considerável de conhecimento, o PHP se destaca por sua simplicidade e acessibilidade. Essa linguagem permite colocar uma página da web online em minutos, sem a necessidade de dominar um extenso conjunto de estruturas.</p>
<p>Ao iniciar minha jornada no desenvolvimento web, escolhi o PHP como ponto de partida. A capacidade de ver instantaneamente os resultados encorajou meu aprendizado. Embora eu tenha expandido minha gama de tecnologias e agora trabalhe com Node.js no backend, mantenho uma afinidade única com o PHP. Sua abordagem direta e eficiente continua a ser uma escolha valiosa em meu repertório.</p>
<p>O mítico &#8220;declínio&#8221; do PHP 📉</p>
<p>Muitas vozes na comunidade tecnológica proclamam o fim iminente do PHP, argumentando que novas linguagens estão dominando o mercado. No entanto, é crucial observar que essas críticas geralmente vêm de indivíduos que nunca exploraram verdadeiramente as nuances e vantagens do PHP.</p>
<p>Longe de ser obsoleto, o PHP oferece uma série de benefícios que passam despercebidos por muitos. Sua facilidade de aprendizado, juntamente com a capacidade de iniciar projetos rapidamente, continua sendo uma vantagem inegável. Muitas críticas surgem mais como resultado de estereótipos do que de uma compreensão profunda da língua.</p>
<p>Facilidade vs. Amadorismo: Um Dilema</p>
<p>Uma característica marcante do PHP é sua acessibilidade, permitindo que até mesmo iniciantes criem sites rapidamente. No entanto, essa facilidade também deu origem ao desenvolvimento de projetos de qualidade questionável, marcados pelo amadorismo. Soluções alternativas e vulnerabilidades tornaram-se comuns, manchando injustamente a reputação da linguagem.</p>
<p>É crucial entender que esses problemas não decorrem da linguagem em si, mas sim do uso indevido por alguns desenvolvedores. A liberdade proporcionada pelo PHP pode ser uma faca de dois gumes, enfatizando a importância de uma educação sólida e práticas de desenvolvimento responsável.</p>
<p>Longa jornada da versão 5 à 7🛣️</p>
<p>O segundo ponto crítico na história do PHP envolve o gerenciamento durante as transições da versão 5 para a 7. Um período de mais de 10 anos entre essas atualizações apresentou desafios significativos. A narrativa em torno da versão 6, inicialmente promissora, resultou em tensão para a linguagem.</p>
<p>A versão 5 do PHP foi lançada em julho de 2004, trazendo melhorias substanciais em relação à versão 4. Ele introduziu recursos cruciais, como o mecanismo Zend, melhor gerenciamento de memória e suporte mais robusto para programação orientada a objetos. Esses aprimoramentos solidificaram a posição do PHP como uma linguagem de programação web confiável.</p>
<p>A versão 6 do PHP foi inicialmente planejada para ser uma evolução significativa. Sua proposta incluía melhorias no tratamento de caracteres multibyte, suporte nativo para Unicode e mudanças fundamentais no sistema de tipos. No entanto, o desenvolvimento da versão 6 encontrou uma série de desafios. Divergências filosóficas sobre a implementação de recursos específicos e a falta de consenso levaram a atrasos significativos. Eventualmente, essas complicações resultaram na decisão de abandonar a versão 6.</p>
<p>Diante das dificuldades na versão 6, a comunidade PHP tomou uma decisão crucial. Em vez de tentar corrigir os problemas existentes, eles optaram por dar um salto direto para a versão 7, lançada em dezembro de 2015. A versão 7 introduziu melhorias substanciais no desempenho, reduziu o consumo de memória e a inclusão de recursos modernos.</p>
<p>O futuro do PHP: uma perspectiva otimista 😃</p>
<p>Respondendo à questão central deste artigo, acredito firmemente que o PHP não terá seu fim em 2024. Apesar das críticas e previsões pessimistas, o PHP continua a ser uma escolha viável para vários projetos da web. Mesmo considerando a evolução do cenário tecnológico, onde novas linguagens e frameworks surgem constantemente, o PHP continua relevante. Sua sólida presença em projetos legados e a necessidade contínua de manutenção garantem sua longevidade. Um exemplo prático disso é o papel atual do jQuery, antes proeminente, agora relegado a projetos mais antigos, mas ainda exigindo atenção.</p>
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